Xeque-Mate – Elenco

Por Alunos da Oficina FdT – Turma 2019


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Instalação Inicial – Atores prontos para mais uma partida

Encerramos um ciclo. Mais uma jornada completada. Foi Xeque-Mate. No mais simples dos trocadilhos mesmo. Eu, Marcelo Leite e Edner Gustavo os condutores dessa galera por uma estrada que não sabíamos onde ia dar, nos levou a um lugar muito inspirador e cheio de arte: aos corações de jovens promissores artistas. Que agora estão prontos para decidirem se querem continuar ou vão parar por aqui. Pelos relatos abaixo, acho que conseguimos ter pistas das possíveis respostas.

Para Zé Pinto

A Oficina 2019 de Teatro oferecida pelo FdT vai muito além das técnicas teatrais de voz, corpo e interpretação. Consistiu também em um desenvolvimento pessoal alternativo e leve para a lide cotidiana. E também na oportunidade de vivenciar o Teatro não só como expectador. E os coleguinhas e professores são ótimos, criando um ambiente de trabalho promissor e descontraído.

Zé Pinto (Rei Preto)

Para Fernanda Ajonas

Participar da oficina foi uma experiência incrível e fundamental, não só no âmbito social, mas em quesitos como respiração, atenção e técnicas de controle em meio a situações conflitantes. Recomendo a todos!

Fernanda Ajonas (Torre Branca)

Para Karol Peralta

Foi maravilhoso fazer a oficina do Fulano di Tal. Aprender novas técnicas, explorar possibilidades com vários exercícios que nos ajudassem na construção dos personagens, na redescoberta de estar no palco. Fazer a peça “Xeque-Mate” numa curta temporada de três dias foi desafiador, e ao mesmo gratificante em ver o público rindo com as falas e com as gracinhas dos personagens, foi bom saber que conseguimos passar a mensagem que o autor queria.

Karol Peralta (Peão Preto 2)

Para Cássia Kazue

Me conheci um pouco melhor não só física, mas emocional, social e psicologicamente. Resgatei, realizei e renovei sonhos e ainda fiz amizades incríveis. Só tenho a agradecer aos Fulanos por fazerem tudo com tanto amor e responsabilidade.

Cássia Kazue (Cavalo Preto, quer dizer, Égua Preta)

Para Kakau Prado

O teatro me desperta percepções e questionamentos que transformam, que me deixam inquieta procurando novos jeitos de perceber a vida. Provoca um incomodo apaixonante de desafiar a libertar minha alma da caixa que os "outros" me puseram.

Kakau Prado (Rei Branco)

Para Luísa Lipka

Teatro sempre foi uma paixão, mas foi difícil achar um grupo no qual eu conseguisse me identificar, até que eu fiquei sabendo da Oficina de Teatro Fulano di Tal e decidi tentar mais uma vez. E essa foi, sem dúvidas, uma das melhores decisões que já fiz na vida, mesmo eu sendo a mais nova do grupo, com 16 anos, fui acolhida e muito bem tratada, aprendi muito, derrubei barreiras pessoais, cresci como pessoa e o mais importante de tudo: Encontrei uma família.

Luísa Lipka (Torre Preta)

Para Carol Ni

A Psicologia explica e o teatro confirma: a gente se constitui na relação com o outro. A partir do olhar generoso do colega, do incentivo do diretor, do nosso esforço para nos entregarmos às propostas, nos construímos melhores e nos potencializamos pelos exercícios, nas trocas... Estar em cena confirma tudo isso: é a relação que se estabelece com o outro que determina a qualidade do que se pretende apresentar... para um outro.


Mais do que técnicas que possibilitam e ampliam a expressão do corpo e da voz, encontrei neste grupo de teatro pessoas que possibilitaram e ampliaram a minha capacidade de me relacionar e de me expressar afetuosamente... encontrei, enfim, muito mais do que se espera de uma oficina de teatro. Teatro é aprendizado, experiência e vivência de trabalho em equipe, dedicação, troca e entrega. Proporciona momentos que a gente carrega no coração e lições que a gente leva para a vida. Encontrar-se consigo passa pelo encontro com o outro.

Carol Ni (Peão Branco 2)

Para Luciana Mandu

A oficina significou, para mim, uma incrível jornada pela arte, na qual me vi acompanhada pelos sábios professores Edner e Marcelo e por meus queridos colegas de turma. Nesse caminho, houve uma interessante travessia pelo autoconhecimento, em que eu passei me conhecer e a me amar mais. O trajeto final dessa rota nos dirigiu ao tabuleiro de xadrez, com nossos olhares e corações conectados. Foi lindo e eu sou imensamente grata pela beleza deste encontro proporcionado pelo teatro!

Luciana Mandu (Rainha Preta)

Para Yuri Tavares

Eu como um ex-fulano e um jovem velho no teatro precisei me ausentar da cena no ano passado por questões financeiras. A oficina meio que me resgatou esse ano, mas, de novo, precisei me ausentar por questões financeiras. Eis que surge um convite de Marcelo pra somar na reta final da oficina, me senti necessário e até honrado por confiarem em mim. Eu sinto que presenciei vários nascimentos e renascimentos nessa oficina, inclusive o meu próprio. Obrigado.

Yuri Tavares (Cavalo Branco)

Para Bruna Franco

Reencontro. Um reencontro com a Arte dirigido com muita atenção, dedicação e amor pelos queridos Marcelo e Edner. Uma oficina que proporcionou reconhecimento do corpo, da voz, do texto. Mostrou-nos que somos todos capazes e que o teatro está aí, para todos, basta se dispor a. Estabeleceu laços e floresceu em um espetáculo chamado amor e respeito pela Arte, mas que chegou ao público como "Xeque-Mate". Obrigada por todo conhecimento construído e pelo reencontro proporcionado. Merda!

Bruna Franco (Bispo Branco e Preto)

Para Henrique Souza

Não sei muito o que falar, mas gostaria muito de agradecer aos professores, atores e ex-atores do Fulano, por se dedicarem ao seu trabalho com tanto entusiasmo e verdade. Vocês fazem com que nós, mesmo não sendo tão bons, possamos acreditar que somos capazes de alcançar nossos objetivos. As lições que aprendi na oficina sempre estarão comigo, e a diversão de atuar com tanta gente olhando também (apesar do nervosismo que dá kssksksk). Vocês são incríveis. Espero poder levar a amizade de todos para o resto da minha vida, por que para mim somos mais que alunos e professores: somos uma família. Amo vocês. Muita merda pra gente!

Henrique Souza (Peão Branco 1)

Para Sônia Viana

De uma saída repentina da oficina de dança-teatro caí na de teatro já no segundo semestre. Mesmo conhecendo pouquíssimos, a sensação de “será que me darei bem com o pessoal?” “será que o teatro é para mim?” se permanecia ali. Oficina se encerrando com o espetáculo “Xeque-Mate” e a plena certeza de que além de grandes amizades feitas, uma grande família se nasceu ali, sobretudo o desejo de permanecer no teatro. Rios de tinta seriam necessários para descrever o grande impacto que essa experiência trouxe na minha vida pessoal. Grata por tudo que vivi e por todos os ensinamentos!!

Sônia Viana (Rainha Branca)

Para Léo Miyahira

Participar desta oficina foi um prazer inenarrável. Descobrir que podemos fazer mais do que imaginamos, que somos mais capazes do que julgamos é libertador. Sinto-me transformado com tudo o que vivi aqui.

Léo Miyahira (Peão Preto 1)

Para Dimmy Chaar

Já que a vida é um teatro, por que não compor um personagem? Esta indagação me levou a estudar teatro junto ao Fulano di Tal. Nestes meses que se passaram pude descobrir que o teatro, assim como qualquer coisa na vida, não é vocação, mas hábito. Por assim ser, requer muito treino, humildade na escuta dos outros e de si, consciência corporal, enfim, cuidado de si e dos outros. Agradeço ao FdT pelo amadurecimento na cena da vida!


* Devido a compromissos profissionais o Dimmy não participou do espetáculo de encerramento.

Público e Elenco em nossa última apresentação da curta temporada


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